"Após 83 dias de investigações, mais de 100 pessoas ouvidas e um volume de aproximadamente 9 mil documentos, a CPI das Universidades chegou ao seu final nesta semana na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).
Foram 37 audiências que produziram um relatório final de 194 páginas,
nas quais foram relatadas uma série de barbaridades vividas no mundo
acadêmico paulista. Alguns dados espantam.
O que mais acho urgente é tirar tudo o que ocorre nos trotes violentos
do atentado violento ao pudor, de elevar à categoria de tortura. Trote é
uma forma de tortura”, disse o presidente da CPI, deputado Adriano Diogo (PT), também presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Casa. Foi lá, após três audiências públicas, que surgiram denúncias de abusos cometidos na FMUSP, e que levaram à criação da CPI".
Galera sabemos que estamos no caminho correto para não realizarmos
trotes violentos na FURG, mas ainda acontece. Fico muito feliz em saber
que a galera da Biblio faz estas acolhidas de modo maravilhoso, vamos
continuar assim pessoal. Vamos dar o exemplo e fazer com que as pessoas
se sintam bem em entrar em uma universidade.
Como bem já explicitamos através
do CABIBLIO - Mobilização, trotes universitários que envolvem
banalização do corpo da mulher, estereotipação, ofensas, estupro, são
violências que devem ser combatidas por todos nós, não apenas no nosso
curso. Mas em toda a universidade.
NÃO ACEITE QUE UM AMIGO SEU, CONHECIDO OU DESCONHECIDO PASSE POR ESTAS SITUAÇÕES.
VAMOS LUTAR CONTRA OS CURSOS QUE AINDA PERMANECEM REALIZANDO ESTAS
AÇÕES.
Elas geralmente são para ferir. Para demonstrar superioridade.
Não permita que isto ocorra, o fato de alguém estar na universidade não o
torna melhor e nem com mais direitos.
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